Doenças - Criptococose
A criptococose também é conhecida por Torulose, é uma doença, ou micose, causada pelo fungo Cryptococcus neoformans que mede de 4 a 10mm.
As manifestações mais comuns são pneumonia e a meningite, sendo a última de particular importância.
Esse fungo é freqüente em solos úmidos, se alimenta de resíduos orgânicos, como fezes de pássaros.
O fungo pode viver como saprófita em árvores brônquicas.
Esse tipo de vírus cresce no ser humano em formas unicelulares, a forma sexual dela é multicelular e classificada como Filobasidiella neoforms.
A infecção da criptococose é feita pela inalação de esporos, freqüentemente em detritos de pombos.
Após a inalação, que medem 5 micrômetros e tem a replicação assexuada por geminação, se multiplicam no pulmão de forma assintomática, se o indivíduo estiver debilitado, disseminam-se pelo sangue, especialmente para os cérebros.
O resultado é a multiplicação das leveduras nesse liquido rico em glicose, com a inflamação das meninges.
A meningite se não tratada a tempo, pode levar à morte.
Os sintomas são os mesmos de todas as meningites, mas com intensidade menor:
- Dor de cabeça;
- Náuseas;
- Vômitos;
- Fotofobia (sensibilidade à luz).
Esses sintomas podem durar por várias semanas, o que é diferente da meningite bacteriana que pode ser fatal em algumas horas, o período desses sintomas, duram de acordo com a imunidade da pessoa.
Para o tratamento da criptococose, as amostras de liquido céfalo-raquidiano são observadas ao microscópio, mas a cultura pode ser necessária para a identificação, a sorologia com a identificação de anticorpos contra o fungo, também é bastante utilizada.
A infecção da criptococose é rara em pacientes com imunidade normal, geralmente ocorre em pacientes com imunodeficiência.
Há dois tipos de Criptococose:
> Sistêmica: É a infecção fúngica de comprometimento sistêmico mais frequente em pacientes portadores da Síndrome de Imunodeficiência Humana, é vírus o responsável pela AIDS.
> Cutânea: Pode se apresentar em diversas formas.
Mas habitualmente a criptococose é mais freqüente na forma de placas ulceradas, ela é excepcionalmente rara, mesmo em casos é difícil excluir definitivamente a presença de comprometimento sistêmico.
O comprometimento pulmonar causado pela criptococose pode anteceder em anos ao acometimento cerebral.
A prevenção conhecida é umidificar os locais onde há enorme acúmulo de fezes de pombo, para evitar que o fungo se disperse por aerosol.
Não há necessidade de isolamento e nem notificação dos doentes.
O vírus da criptococose acomete adultos, e é duas vezes mais freqüente no gênero masculino.
A infecção da criptococose pode também ocorrer em animais, cavalos, gatos, vacas
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