Doenças - Malária
A malária é uma doença infecciosa aguda, que têm um curso acelerado, pode ter seu término em morte, ou pode ser considerada crônica, que não é resolvida em um tempo curto, é definida usualmente em três meses.
A malária é causada por protozoários do gênero Plasmodium, e são transmitidas pela picada do mosquito Anopheles.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (UMS), mata uma criança a cada 30 segundos na África, e as muitas que sobrevivem, sofrem severos danos cerebrais porconta da doença, dificultando sua aprendizagem.
A existência da doença na África é uma das razões de seu não desenvolvimento e também um dos motivos da lenta penetração de portugueses e europeus no país na época colonial.
As larvas do mosquito da malária vivem em águas paradas, a prevalência máxima ocorre geralmente em estações com chuvas abundante.
A transmissão da doença é feita pela picada da fêmea do mosquito Anopheles, esse tipo de mosquito está presente onde tiver humanos, o que incluem todas as regiões tropicais de todos os continentes, as picadas ocorrem geralmente em regiões rurais, mas pode acontecer também em regiões urbanas, principalmente em periferias.
A atividade do mosquito da malária é feita no período noturno, se contaminam ao picar pessoas portadoras, é o principal transmissor para outras pessoas não contagiosas.
A doença caracteriza-se por sintomas variados como:
- Dores de cabeça;
- Fadiga;
- Febre;
- Naúseas.
Eles podem durar vários dias. Mais tarde, ocorre acessos periódicos de calafrios e febre intensos, essas crises tornam-se mais freqüentes no cair da tarde.
São seguidas disso a palidez e tremores violentos, terminado em vermelhidão da pele e suores abundantes.
Já os sintomas crônicos da malária, incluem a anemia, cansaço, hemorragias e infartos.
A prevenção do inseto da malária pode ser feita com uma rede contra insetos durante o sono, que é nesse horário que ocorre a maioria das infecções, cremes repelentes também são viáveis, deve ser passado com mais intensidade nas pernas e braços que pé onde os vasos sanguíneos estão mais acessíveis, os rostos e as mãos não interessam o mosquito.
Em Portugal no início do século XX houve casos que se multiplicavam em pântanos, mas mesmo tendo um índice grande da malária, não chegou nem perto da situação atual na África.
A malária existe há mais de 50.000 anos, tinha-se um baixo número pois o mosquito só picava animais, só que com o início da agricultura, com o crescimento populacional e com a destruição do ambiente e dos animais, a população dos Anopheles iniciaram a grande epidemia da doença que existe hoje.
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